Matéria especial sobre os 30 anos do Atari no Jornal da Cultura.
A reportagem começa aos 44:20.
terça-feira, 25 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
Grupo cria placa com saídas DVI, HDMI e VGA para Nintendo 64
Dentre os consoles da Nintendo, um dos
mais populares foi o Nintendo 64. Entretanto, com o passar do tempo
menos televisores passaram a oferecer suporte para consoles antigos, mas
o modificador Marshall, do grupo Retroactive, está trabalhando em
algumas placas que prometem tornar essa tarefa mais fácil e prazerosa em
TVs recentes.
Segundo a página do grupo, a placa oferecerá saída DVI, mas pode ser adaptada para HDMI e VGA se for preciso. Entretanto, há um alerta para os que quiserem adquirir uma futuramente (para registrar interesse, basta se inscrever no campo reservado para receber informações): será preciso soldá-la dentro do console.
Você que ainda tem um Nintendo 64, toparia fazer algo do tipo? Deixe a sua opinião no espaço para comentários.
Segundo a página do grupo, a placa oferecerá saída DVI, mas pode ser adaptada para HDMI e VGA se for preciso. Entretanto, há um alerta para os que quiserem adquirir uma futuramente (para registrar interesse, basta se inscrever no campo reservado para receber informações): será preciso soldá-la dentro do console.
Você que ainda tem um Nintendo 64, toparia fazer algo do tipo? Deixe a sua opinião no espaço para comentários.
Via: Baixaki Jogos
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Acredite se quiser: existe um Donkey Kong para Mega Drive
Os anos 1990. Época da batalha mais ferrenha da história da indústria dos videogames: SEGA x Nintendo. O que essas duas empresas faziam para atrair o consumidor é até hoje motivo de discussão e nesta guerra, muitos jogos exclusivos foram lançados para as duas plataformas. Mas como a turma do “deixa que eu resolvo” sempre estava pronta a “ajudar”, alguns jogos exclusivos de um console ia dar um rolezinho no console rival, como o Super Donkey Kong ’99 que você conhece agora.
O jogo é tecnicamente Donkey Kong Country 3, lançado em 1997 para o Super Nintendo. A versão original era um fenômeno na década de 1990, pois usava a tão famosa técnica Advanced Computer Modeling que criava modelos em 3D na época que jogos em 3D eram novidade. Provavelmente você já jogou este jogo e nem precisamos dizer muito sobre ele. E se não jogou, faça um favor a si mesmo e dê um jeito de experimentar pois se trata de um trabalho excelente dos bons tempos da parceria Rare-Nintendo.
Tudo muito bonito mas, como sabemos, o jogo era exclusivo de Super NES. ERA. Pois eis que o Mega Drive recebeu a sua versão. Claro que não é oficial e nem reconhecida pela SEGA, mas recebeu. Veja aí como ficou o jogo em sua “versão final”:
Vale lembrar que por se tratar de um projeto sem autorização nenhuma, o jogo é bem “ruinzinho”: as músicas são as mesmas batidas o tempo todo, o mapa das fases sumiu, a tecnologia ACM não existe – o que temos são sprites copiados do Super NES com animação lenta – e controlar os nossos amigos gorilas virou tarefa das mais ingratas. O jogo tinha 5 mundos – mas sem mapa – subdivididos em 2 estágios cada, com um chefão. E como toda boa fita da banca, sem save nem password: encostou em um inimigo, perdeu vida e perdeu todas as vidas volta pro começo, independente de onde estava.
Vale lembrar também que os focos dos consoles eram bem claros: Mega Drive era o console dos cálculos rápidos e jogos mais rápidos ainda, enquanto o Super NES focava em gráficos – isso, a Nintendo se preocupou com gráficos melhores um dia – e a popularização dos RPGs. Por isso, um jogo como DKC 3 era impossível no console rival, mesmo se fosse desenvolvido por uma empresa que não tivesse laço nenhum de exclusividade.
Se o Sonic visitou o Super NES em algum dia da história, os gorilas também puderam fazer o caminho inverso. E de alguma forma a história dos videogames ganhou mais alguns capítulos.
Via: Arkade
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Descubra a verdadeira origem da música de Ice Cap Zone
Ah, Sonic the Hedgehog 3. Um dos melhores jogos do Mega Drive, e talvez um dos melhores de todos os tempos, especialmente pela sua magnífica música, essa que muitos acreditam ter sido composta pelo primeiro e único Michael Jackson. Sim, o mesmo de Thriller, Black and White e Smooth Criminal. Muitos dos trechos das músicas de Sonic 3 podem ser identificados nas músicas de Michael, o melhor exemplo sendo a música dos créditos, que possui várias semelhanças com Stranger In Moscow:
Enfim, não é da música dos créditos que vamos falar, e sim da música de Ice Cap Zone. Considerada uma das melhores fases do jogo, a música possuía alguma semelhança com trechos de Smooth Criminal e Who is It, de Michael, mas um outro fato veio à luz recentemente que muda muita coisa. Brad Buxer, creditado como um dos compositores, foi membro de uma banda de música pop chamada The Jetzons, nos anos 80, e antes da banda terminar, Buxer produziu a seguinte música:
Não existe entidade que seja capaz de me convencer de que não estou ouvindo Ice Cap Zone Act 1 nessa música. A faixa “Hard Times” do The Jetzons nunca foi lançada, e só a pouco tempo foi reconhecida pelos mais atentos. Levando em consideração que logo depois da banda, Buxer foi trabalhar com Michael Jackson, para assim trabalhar com Sonic 3, a ligação faz muito sentido.
O que pode ter acontecido é Buxer e Jackson terem trabalhado juntos na composição de Sonic 3, mas vários motivos impediram que Michael fosse corretamente creditado, seja por causa de problemas contratuais, ou pelo fato do próprio Michael não ter gostado da qualidade do som na versão final do jogo. Isso talvez nunca saibamos.
Com o tempo, mais e mais fatos serão revelados, e é bom saber que estamos mais perto da verdade. Vamos esperar por mais revelações.
Via: GameFM
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Japoneses criam gaita de NES que reproduz sons 8 Bits
Você está prestes a ver uma das coisas geek mais incríveis já feita pelo homem: uma gaita feita a partir de um cartucho de NES (Famicom)! O invento, claro, foi produzido por um grupo de japoneses do site Ugoita, e o toque de gênio da coisa é que ela reproduz sons 8 bits! Ela funciona através de microfones que captam o sopro, passando por um sistema eletrônico que transmite o som.
São os japas levando o “assoprar de fitas” para um novo nível, confira abaixo um alegre vídeo (#sqn) deles mostrando o invento:
Via: GameHall
Experimente jogos dos primeiros consoles de graça
Da mesma forma que tivemos uma evolução incrível nos computadores pessoais, o mesmo aconteceu com os consoles de videogame. Hoje temos os moderníssimos PS4, Xbox One e Wii U, mas no início quem dominava o mundo dos consoles eram Atari, Colecovision, Odyssey, Intellivision, etc.
No Console Livingroom, site que faz parte do Internet Archive, vocês podem encontrar centenas de jogos da época dos primeiros consoles e que podem ser jogados gratuitamente. E tudo sem instalação nem download! Basta acessar o site e rodar os jogos no seu browser!
Aproveitem a dica para se divertir no fim de semana.
Via: Guia do PC
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Homem bate record com maior coleção de games do mundo, ele possui 10.607 jogos
Michael Thomasson, um homem de 43 anos da cidade de Buffalo, Nova York é o dono da maior coleção de videogames do mundo com um acervo de impressionantes 10.607 itens (segundo a publicação), entre inúmeros consoles e sistemas. Mais impressionante é o fato de se tratar de sua TERCEIRA coleção e que desde a contagem oficial ele já expandiu o acervo para 11 mil itens. Ele superou com folga o recordista anterior, que entrou no livro em 2010 com uma coleção de 8.616 jogos.
Thomasson conta que o primeiro jogo que ganhou foi Cosmic Avenger, para o ColecoVision. Entretanto ele ganhou primeiro o game, e teve que esperar um ano inteiro até que ganhasse o console e conseguisse finalmente jogar. Isso, ele conta, despertou nele a vontade quase incontrolável de possuir o maior número de cartuchos possível, que acbou evoluindo para um acervo de consoles e jogos, entre populares e bem obscuros.
Entre os itens mais curiosos destaca-se o desconhecido Casio Loopy, um videogame de 32 bits lançado em 1995 que foi exclusivamente direcionado para o público feminino japonês, além da grande mancha negra no passado da Apple chamada Pippin, que Jobs assim que voltou pra empresa jogou no colo da Bandai e os mandou se virarem, encerrando a parceria. Thomasson brinca, dizendo que o Pippin “é o console menos divertido da coleção; todos os games dele são terríveis”. Entretanto o seu xodó ainda é o ColecoVision.
O mais curioso nessa história é que esta é a terceira coleção de Thomasson: a primeira ele vendeu em 1989 para comprar um Mega Drive, e a segunda dançou em 1998 quando ele se casou. Ele conta que sua esposa sabia onde estava se metendo, portanto era óbvio que ele começaria tudo de novo. Ele conta que compra uma média de dois jogos por dia, e seus gastos com videogames chegam a US$ 3 mil/ano.
Thomasson estima que sua coleção valha entre 700 e 800 mil dólares e dessa vez não pensa em se desfazer dela, apesar que não pode usufruir tanto de seus jogos como gostaria: pai de uma garotinha de cinco anos, ele trabalha como designer de games e leciona sobre a história dos videogames numa escola de Buffalo. “Eu provavelmente passo três horas jogando por semana, se tiver sorte”. Nem tudo é perfeito.
Via: MeioBit Games
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Conheça a história e curiosidades da antiga revista Gamers
Dentre as muitas revistas de videogame populares nos anos 90 aqui no Brasil, uma das mais queridas e lembradas até hoje é a Gamers.
Produzida pela Editora Escala, a publicação passou por várias fases e reformulações, mas sempre primando por apresentar textos extensos e detalhados - às vezes até em detrimento de certo apuro visual, é verdade.
Após relembrar as origens da Ação Games, Videogame e SuperGamePower, UOL Jogos foi atrás dos jornalistas que ajudaram a criar e dar forma à Gamers.
Acompanhe o documentário completo na janela acima.
Via: UOL Jogos
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