segunda-feira, 16 de julho de 2018

Vídeo compara locações do mundo real e virtual de Shenmue I e II



A coletânea remasterizada de Shenmue I e Shenmue II ganhou um novo vídeo que explora uma das principais características da série – a fidelidade com que seus jogos retaram a vida cotidiana de seus personagens.

Divulgado pela Sega, o vídeo compara locações do universo dos jogos com os mesmos locais no mundo real, na cidade japonesa de Yokosuka, revelando o cuidado que o time de Yu Suzuki teve para reproduzir a atmosfera da região nos games. Veja acima.

A reedição de Shenmue I e Shenmue II traz uma interface atualizada, opções de controles clássicos ou modernos, a dublagem original em japonês do jogo e novas resoluções. Os jogos chegam no final de agosto para PlayStation 4Xbox One PC.

Shenmue III
, por sua vez, ainda está em produção para PlayStation 4 e PC e chega apenas no ano que vem.

Via: The Enemy

terça-feira, 10 de julho de 2018

Jogador quebra recorde e termina Super Mario 64 em apenas 6m41s



Não é por que Super Mario 64 já tem 22 anos que ele foi esquecido. A comunidade de speedrun continua tentando quebrar novos recordes o tempo todo, que foi justamente o que o jogador norte-americano Drozdowsky conseguiu neste fim de semana.

Como é possível ver no vídeo abaixo, ele conseguiu concluir o jogo em apenas 06:41:76 na categoria 0 Star, que permite o uso de bugs para pular estágios sem pegar nenhuma das Estrelas.

Com este novo marco, Drozdowsky destronou o jogador japonês Akira, que detinha o último recorde da categoria, com 06:44:23, desde 2016, segundo o site Speedrun.


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Filme de Street Fighter, aquele com Van Damme, ainda traz receita à Capcom


Nos anos 90 vimos alguns filmes baseados em jogos e muitos nada agradáveis. Um deles é, sem dúvida, Street Fighter, o qual foi protagonizado pelo astro de filmes de ação Jean-Claude Van Damme. Na ocasião, a adaptação cometeu erros inacreditáveis, como colocar Dhalsim como um cientista maluco, DJ como um franzino programador, Ryu e Ken como ladrõezinhos baratos e Chun-Li como uma repórter sem muita importância. Fora isso, vimos uma história que não fazia muito sentido, bem como um general Guile, Van Damme, com boas cenas de luta, mas não suficientes.

Por incrível que pareça, o filme foi um fracasso de críticas, mas fez uma boa bilheteria, a qual ainda rende um cascalho para a Capcom. KenzoTsushimoto, CEO atua da Capcom, disse que o filme é uma referência de marca e como filmes tem vida mais longa que os games.

Com um filme, mesmo depois de sair dos cinemas, continua a ter uma presença a longo prazo na televisão por cabo ou através das venda de DVD,” disse o CEO.

Segundo a empresa, o filme ainda rende — por ano — 50 milhões de ienes (perto de 389 mil euros). Vale lembrar que, na época, o filme custou perto de 31 milhões de Euros. Hoje já faturou, até agora, cerca de 120 milhões de Euros.

Tivemos outros produtos baseados em Street Fighter, como a Lenda de Chun Li, que consegue ser ainda pior. Depois vimos a web série contando um pouco a história de Akuma, que é muito bem feita. As animações foram espetaculares, portanto, nem tudo está perdido.

Via: Combo Infinito

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Designer de visual icônico do Bomberman morre aos 58 anos














Shoji Mizuno, antigo designer de personagem da Hudson Soft. e responsável pelo visual icônico de Bomberman, faleceu nesta segunda (11) aos 58 anos.

Diretor de arte do estúdio, Mizuno ajudou a moldar o visual da série a partir de Super Bomberman 2, e uma de suas principais mudanças foi mudar o personagem de proporções normais para o mais cartunesco, que continua sendo o mais icônico até os dias de hoje.


Ele também trabalhou no design de personagens do anime Beyblade.





















Via: The Enemy


terça-feira, 5 de junho de 2018

Morre Ted Dabney, um dos fundadores da Atari e pioneiro dos games




















Ted Dabney, co-fundador da Atari e um dos pioneiros da indústria dos games, morreu aos 81 anos. Ele foi diagnosticado com câncer de esôfago no fim do ano passado mas preferiu não passar por um tratamento.

Dabney teve participação fundamental na criação e nos primeiros sucessos da Atari. Ao lado de Nolan Bushnell, ele fundou a Syzygy em 1969, uma empresa que surgiu com o objetivo de produzir um game próprio que ficou conhecido como Computer Space, que, apesar de ter arrecadado mais de US$ 3 milhões em vendas, foi considerado um fracasso comercial.

Anos depois, a Syzygy mudou de nome para Atari e em 1972 lançou o primeiro grande sucesso da empresa: Pong. Pouco tempo depois, Dabney deixou a companhia que ajudou a fundar.

Nos anos seguintes, Dabney trabalhou em diversas empresas sem relação com videogames até comprar um mercado para trabalhar ao lado de sua esposa durante anos. No início dos anos 80, ele já não fazia mais parte da indústria que ajudou a criar.

Via: Olhar Digital

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Devolver Digital lançará um jogo para o Super Nintendo



















Imagine que você possui uma editora de games e quer chamar a atenção das pessoas para um problema que ronda a indústria. Como faria isso? Pois a Devolver Digital resolveu criar um jogo e a plataforma escolhida para o seu lançamento, acredite, foi o nosso saudoso Super Nintendo.

Desenvolvido pela Mega Cat Studios, em Fork Parker’s Crunch Out assumiremos o papel do diretor executivo da editora que, após um período de lucros e calmaria, vê o seu negócio ameaçado pela chegada de uma nova empresa ao mercado. Caberá a ele tomar todas as medidas necessárias para aumentar as vendas, o que significa o fim da liberdade criativa ou da jogabilidade atraente e a entrada em cena da eficiência e os curtos prazos de desenvolvimento.

Funcionando como um jogo em que controlamos uma empresa que cria games, ele servirá para chamar a atenção para o que é conhecido como crunch time, ou a prática de colocar funcionários para trabalhar exaustivamente para garantir que um título seja lançado a tempo. Esse é um problema que tem ganhado bastante atenção da mídia e mesmo assim se tornado cada vez mais comum.
Um detalhe importante sobre o Fork Parker’s Crunch Out, é que todo o lucro conseguido com a venda dos cartuchos será doado para a Take This, uma organização que tem como objetivo justamente educar as pessoas sobre os problemas mentais e acabar um pouco com os estigmas sobre aqueles que sofrem desse mal.

O que não concordo muito é com a plataforma escolhida pelos envolvidos para o lançamento do jogo. Tudo bem que isso pode ter feito com que a publicidade sobre o título tenha sido maior, mas é inegável que se ele aparecesse nos videogames atuais, muito mais pessoas teriam acesso a algo que tem até uma questão social por trás. Por isso espero que essa exclusividade do Super Nintendo seja apenas temporária, com o Fork Parker’s Crunch Out aparecendo em vários outros videogames no futuro, pois eu adoraria poder jogá-lo.

Aos interessados, o jogo está em pré-venda no site da desenvolvedora, por US$ 49,99 (+ US$ 24,58 do frete para o Brasil). Mas se você estiver realmente disposto a gastar, poderá adquirir uma edição especial, cujo cartucho virá com uma tela e sairá por US$ 149!



Via: MeioBit Games

terça-feira, 8 de maio de 2018

Entrevista de 1996 revela por que criador do Game Boy saiu da Nintendo

O designer Gunpei Yokoi, responsável pela criação do revolucionário Game Boy e também do desastroso Virtual Boy, explicou em uma relato de novembro de 1996, republicado recentemente pelo portal japonês "livedoor" e traduzido pelo "Kotaku", a razão pela qual deixou a Nintendo. Algumas pessoas acreditam que ele saiu da empresa por causa do fracasso do Virtual Boy, mas não é o caso.

"Após mais de trinta anos, eu deixei a Nintendo," escreveu Yokoi. "Após me formar na universidade, eu estava na Nintendo o tempo todo trabalhando em brinquedos, mas chegando aos 55 anos, eu pensei sobre trabalhar num emprego que me desse mais liberdade com minhas ideias."

"O dia antes de eu sair da Nintendo, o jornal 'Nikkei' fez uma grande matéria sobre mim," escreveu Yokoi, adicionando que a publicação dizia que ele estava saindo para tomar responsabilidade pelo fracasso do Virtual Boy. "Na verdade, eu não me demiti por causa disso."

"Bem antes disso, eu estava pensando que quando fizesse 55 anos, queria me tornar independente. Colocando de outra forma, eu tive uma vida inteira de ideias e continuei fazendo brinquedos. Para continuar aprimorando a filosofia corporativa da Nintendo de 'brinquedos de nicho', esta foi a única razão de eu ter pedido demissão."

Infelizmente, a carreira de Yokoi pós-Nintendo foi interrompida quando ele foi morto em um acidente de trânsito em 1997, aos 56 anos.

Via: UOL Jogos

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Nos EUA, Capcom relançará cartuchos de Mega Man X e Mega Man 2














A Capcom vai relançar os cartuchos de Mega Man 2 e Mega Man X para o NES e o Super Nintendo, respectivamente.

Os cartuchos, feito em parceria com a fabricante iam8bit (reeditando a parceria feita em 2017 com Street Fighter II), tem uma tiragem de 8,5 mil unidades para cada jogo e custarão, cada US$ 100 (cerca de R$ 350).

Ambos os cartuchos também virão em duas cores diferentes. O de Mega Man 2 vem na cor azul clara e o de Mega Man X, na cor branca. Ambos terão uma versão rara, em azul com material translúcido, que será entregue de forma aleatória aos compradores. A chance de conseguir a versão "rara" é de uma em oito.

O pacote também inclui um manual e "surpresas".

Todo o material celebra os 30 anos do robô azul, completados em dezembro do ano passado. Em 2018, a Capcom também comemora o aniversário com o lançamento de Mega Man 11 e da coletânea Mega Man X Legacy Collection.

Via:
Theenemy

9 curiosidades da série Crash Bandicoot