quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Você sabia? Tectoy quase lançou o primeiro PlayStation no Brasil


















Bem conhecida dos jogadores brasileiros pela parceria com a Sega, a Tectoy quase foi responsável pelo lançamento do primeiro PlayStation no Brasil. Quem conta isso é o executivo Stefano Arnhold.

Em meados de 1994, Arnhold recebeu um telefonema da Sony, com a proposta que, se tivesse sido aceita, poderia ter mudado os rumos da história do videogame no Brasil: a empresa japonesa dava seus primeiros passos no mundo dos games e queria fabricar o PSone no país.

Mas na época, a Tectoy era parceira da Sega e o Saturn estava no mercado. "Éramos fiéis à Sega até debaixo d'água e recusamos a parceria", revelou o executivo. Ele admite que se tivesse dito sim à Sony, o cenário teria sido bem diferente.

"O consumidor poderia ter tido a oportunidade de comprar o PSone a um preço justo. Não sei se foi uma boa decisão, mas foi assim que aconteceu", confessou em entrevista ao UOL Jogos.

Ironicamente, o Saturn nem chegou a ser fabricado no Brasil. Da mesma forma, a Sony só entrou no mercado brasileiro com o PlayStation 2, muitos anos depois - o console só passou a ser fabricado aqui em 2009.

Via: UOL Jogos

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Fita rara de Nintendinho é vendida por R$ 132 mil




















Uma cópia selada de um dos games mais raros do Nintendo Entertainment System foi vendida por cerca de R$ 132 mil para um colecionador.

De acordo com o site americano Kotaku, o dono original da fita tinha tentado leiloá-la pelo eBay no início do mês, mas o comprador não chegou a efetuar o pagamento combinado. Fora do site, porém, um outro interessado ofereceu US$ 41,977 pelo item, e a venda foi consumada.

A fita em questão é uma cópia de "Stadium Events" ainda com o selo de fábrica. O game é um dos mais raros do NES. Após o lançamento original em setembro de 1987, o jogo ficou disponível para venda por pouquíssimo tempo antes de ser relançado com uma nova embalagem e o título "World Class Track Meet".

Até mesmo cartuchos soltos, sem a embalagem original, são vendidos para colecionadores por mais de R$ 30 mil.

De acordo com o vendedor da fita em questão, ela recebeu a nota 85 de 100 na avaliação do estado de conservação feita pelos especialistas da Video Game Authority - ou seja, 'nível ouro'.

Via: UOL Jogos


terça-feira, 18 de julho de 2017

A Atari apresentou o design de seu Ataribox, e prometeu divulgar mais “aos poucos”
























Lembra daquele Ataribox que a Atari anunciou na E3? Aquele console que estava “sendo desenvolvido há anos” e que era um “novo produto da empresa”? Pois finalmente, após aquele vídeo de apenas 20 segundos que garantia apenas a existência do projeto, novas imagens do console foram disponibilizadas para mostrar um pouco mais do que vem por aí.

Através de um e-mail distribuído para os fãs da empresa, que se cadastraram no site do projeto, a Atari explica seus objetivos: “criar algo novo, que permanece fiel ao nosso patrimônio, feito para atrair os fãs antigos da Atari e fazer novos”. O console é claramente inspirado no Atari 2600, com suas linhas que atravessam todo o console, a traseira levantada e um painel frontal.

Mas, além disso, o console também apresentou uma porta para cartões SD, outra HDMI e quatro USB, que mostram que o videogame está pronto para as TVs modernas, e que terá suporte para os famosos cartões de memória, seja para armazenar jogos, ou saves. O Ataribox terá duas versões: uma de madeira e outra com a combinação preto e vermelho.

Ao contrário do que foi lançado nos últimos tempos, a Atari que está desenvolvendo o console. Os últimos videogames com a Atari no centro foram desenvolvidos por outras empresas, como a Tectoy, no Brasil, que contam com o ok da empresa via licenciamento, mas, desta vez, a própria companhia é quem está preparando o console, que aparentemente quer seguir o mesmo caminho da Nintendo e seus consoles Classic Edition. Porém, mais do que apenas colocar seus jogos clássicos em um hardware — coisa que as empresas que buscam licenciamento já o fazem — tudo indica que algumas novidades estarão presentes no videogame.

Mas é só imagens, por enquanto. O Ataribox segue sem preço, sem data de lançamento e sem divulgar o tipo de conteúdo que estará disponível no aparelho. Nem as especificações foram divulgadas ainda. A intenção da empresa é, passo a passo, mostrar os detalhes do console para ouvir a comunidade em cada etapa da apresentação. Qual será a próxima?

Via: Arkade

sexta-feira, 7 de julho de 2017

"Mônica no Castelo do Dragão" ganha remake gratuito para PCs



Seguindo a onda retrô que trouxe Sonic e Crash de volta, outro grande clássico está retornando aos games. Desta vez, porém, um genuinamente brasileiro. Uma equipe de desenvolvedores locais aproveitou o remake de Wonder Boy: The Dragon’s Trap para fazer uma nova versão do bom e velho Mônica no Castelo do Dragão.

Lançado originalmente em 1991 para Master System, o game produzido em parceria com a Tec Toy conquistou o público brasileiro exatamente por adaptar o então desconhecido Wonder Boy na velha turma criada por Maurício de Sousa. Assim, ao invés de um cavaleiro de espada e escudo, o jogador controlava a baixinha mais invocada do Bairro do Limoeiro e seu coelho Sansão enquanto ela avançava para enfrentar o Capitão Feio em um castelo repleto de monstros. E, 26 anos depois, você pode voltar a seguir nesta aventura.

Um grupo de fãs usou o relançamento de Wonder Boy para refazer o clássico brasileiro do Master System e criou um mod gratuito chamado Turma da Mônica em O Resgate. E ele recria tudo aquilo que o game original tinha feito, mas com um visual muito mais moderno e com mecânicas atualizadas. Segundo os produtores, o roteiro também foi inteiramente adaptado para amarrar algumas pontas soltas e fazer com que a jornada da turminha fique ainda melhor.

Um trailer foi liberado na manhã desta sexta-feira (07) e mostra como tudo está ficando. Ao todo, são seis personagens jogáveis. Além da própria Mônica, temos Cebolinha, Magali, Anjinho, Chico Bento e Bidu — cada um deles com suas próprias habilidades e equipamentos. Outros personagens clássicos dos gibis também estão presentes, mas como NPCs. O Cascão, por exemplo, se transformou no vendedor de equipamentos.
O que mais chama a atenção, porém, é que o trabalho de adaptação foi tão bem feito que a própria produtora do Wonder Boy: The Dragon’s Trap, a Lizardcube, compartilhou o vídeo do mod, mostrando como o jogo brasileiro está ficando bem-feito.

E o melhor de tudo é que os fãs mais nostálgicos poderão revisitar o Castelo do Dragão de graça. O mod está sendo distribuído gratuitamente pelos seus desenvolvedores, bastando apenas ter Wonder Boy instalado no PC. É claro que há o temor que o conteúdo seja retirado do ar a pedido da própria Maurício de Sousa Produções, já que o jogo foi feito sem a autorização dos donos da marca. Ainda assim, enquanto os setores responsáveis não se pronunciam sobre uma retirada ou não do conteúdo, os jogadores seguem baixando a novidade para voltar a viver a experiência tupiniquim do Master System. O link para download se encontra na descrição do próprio trailer.

Via: CanalTech


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Disquetes de Doom 2 de John Romero vendidas por $3,150

As disquetes originais de DOOM 2 fizeram furor recentemente no eBay.

John Romero, um dos fundadores da id Software, decidiu livrar-se de algumas coisas antigas relacionadas com a sua carreira no desenvolvimento de jogos. Uma dessas coisas eram as disquetes de DOOM 2, que foram vendidas a fã por $3,150, isto depois de um leilão no eBay.


s_l1600

Depois do leilão, John Romero comentou com o Shacknews que "foi um valor mais alto do que estava à espera, muito mais".

"O comprador é um fã hardcore de DOOM. Também vou-lhe enviar outras coisas. Isto mostra o aumento de popularidade dos jogos clássicos. Recentemente, um Full Throttle selado foi vendido por $2,575".

Este leilão não será o único. John Romero tem planos para leiloar mais coisas, portanto, fica atento à sua página do eBay.

Via: Eurogamer

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Com 21 jogos, Nintendo anuncia Super NES Classic




















Depois de tantos rumores, a Nintendo finalmente anunciou a versão classic (ou mini) do Super Nintendo, com 21 jogos. Chega às lojas norte-americanas e européias no dia 29 de Setembro por 80 dólares.

Assim como o NES Classic Edition – que esgotou rapidamente logo após seu lançamento – terá conexão HDMI, incluiu também cabo HDMI, cabo de energia e 2 controles SNES, e será lançado em dois modelos diferentes – veja a galeria de imagens abaixo.

O Classic SNES também tem uma excelente lista de jogos, mas o jogo que chama a atenção é Star Fox 2, título que nunca foi lançado. Porém, de acordo com a Nintendo, para jogá-lo será necessário terminar a primeira fase do primeiro Star Fox como uma forma de desbloquear o título na lista completa. Outros jogos que se destacam são Final Fantasy III (a versão americana de Final Fantasy VI), Earthbound, F-ZERO e Super Metroid. E claro, Super Mario World (convenhamos, não poderia faltar).

Veja a lista completa dos jogos:
  • Contra III: The Alien Wars™
  • Donkey Kong Country™
  • EarthBound™
  • Final Fantasy III
  • F-ZERO™
  • Kirby™ Super Star
  • Kirby’s Dream Course™
  • The Legend of Zelda™: A Link to the Past™
  • Mega Man® X
  • Secret of Mana
  • Star Fox™
  • Star Fox™ 2
  • Street Fighter® II Turbo: Hyper Fighting
  • Super Castlevania IV™
  • Super Ghouls ’n Ghosts®
  • Super Mario Kart™
  • Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars™
  • Super Mario World™
  • Super Metroid™
  • Super Punch-Out!! ™
  • Yoshi’s Island™

Via: Bonus Stage


segunda-feira, 19 de junho de 2017

CEO da Atari sobre o Ataribox: “Nós estamos voltando ao mercado de hardware!”




















A Atari deu poucas, mas importantes informações a respeito de seu Ataribox, o projeto que está “sendo desenvolvido há anos”, e que conta com várias especulações desde então. Para esclarecer, Fred Chesnais, o CEO da companhia, afirmou que o projeto se trata de um novo videogame, o primeiro console inédito após o Jaguar, lançado em 1994.

Não há maiores esclarecimentos a respeito, apenas de que o console será baseado em “tecnologia de PC”. A Atari, que passou por maus bocados após o fracasso do Jaguar, virou uma publisher, mas acabou decretando falência em 2013, sendo recuperada por Chesnais depois deste episódio. Desde então, a empresa trabalha com jogos para mobile, liberou alguns jogos para serem jogados em seu próprio site, e também ganha em licenciamento, autorizando AtGames e a Tectoy, entre outras marcas, a relançar versões mais modernas do Atari 2600, conhecidos como Flashback.

A Atari também tem sua marca na pulseira do GameBand, um smartwatch feito para gamers, com a possibilidade de se jogar alguns clássicos da empresa no pulso. Com o novo console, a empresa se une à Sega, que lançou um canal chamado Sega Forever que, embora não tenhamos ainda maiores detalhes, indica algo relacionado a jogatina de jogos retrô da empresa. Além disso, o mercado retrô segue firme e forte, com o próprio Atari 2600 ganhando uma releitura pela Hyperkin, o POLYMEGA prometendo vários consoles em um só aparelho, e muito mais.

Não há uma data de lançamento para o Ataribox, mas com toda a certeza você ficará sabendo por aqui sobre qualquer novidade envolvendo o novo lançamento da Atari.

Via: Arkade


terça-feira, 13 de junho de 2017

Jogo de "Turma da Mônica" para o Mega Drive será relançado por R$ 130



Anunciado em maio, o relançamento de "Turma da Mônica na Terra dos Monstros", clássico brasileiro do Mega Drive, já está em pré-venda na loja da Tectoy.

O cartucho será vendido por R$ 130, mas quem quiser fizer a compra antecipada pagará apenas R$ 100.

Lançado originalmente em setembro de 1994, "Turma da Mônica na Terra dos Monstros" é a versão brasileira de "Wonder Boy in Monster World", mudando os personagens daquele game com as figuras populares das histórias de Mauricio de Sousa.

O Mega Drive foi relançado neste ano pela Tectoy, e está sendo vendido por R$ 450.

Via: UOL Jogos

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Enquanto o Brasil ainda estava na TV de tubo, Japão já tinha game em HD



Em 1993, jogadores brasileiros ainda assopravam fitas e mexiam na chave RF para conectar o videogame à TV de tubo, mas o Japão já tinha um game que rodava em TVs de alta definição.

Criado pela Hudson Soft especialmente para eventos realizados no Japão, "Hi-Ten Bomberman" permitia que até dez jogadores disputassem uma única e enorme partida na frente de uma TV igualmente grande. A imagem do game era gerada no formato 16:9, com a incomum resolução 1035i.

Apesar de ser considerado o primeiro videogame em alta definição da história, o aparelho necessário para rodar esta versão de "Bomberman" nunca foi comercializado. E o motivo é bem óbvio: Mestre Takahashi, um dos ex-chefões da Hudson, estima que cada unidade do hardware custava cerca de US$ 2 milhões (quantia que, ajustada de acordo com a inflação, ultrapassaria US$ 3,3 milhões hoje em dia).

No ano seguinte, a Hudson Soft criou "Hi-Ten Chara-Bomb", que tinha campos de batalha ainda maiores e contava com a participação de personagens de outras franquias da empresa.

Via: UOL Jogos
Em 1993, jogadores brasileiros ainda assopravam fitas e mexiam na chave RF para conectar o videogame à TV de tubo, mas o Japão já tinha um game que rodava em TVs de alta definição. Criado pela Hudson Soft especialmente para eve... - Veja mais em https://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/03/15/enquanto-o-brasil-ainda-estava-na-tv-de-tubo-japao-ja-tinha-game-em-hd.htm?cmpid=copiaecola
Em 1993, jogadores brasileiros ainda assopravam fitas e mexiam na chave RF para conectar o videogame à TV de tubo, mas o Japão já tinha um game que rodava em TVs de alta definição. Criado pela Hudson Soft especialmente para eve... - Veja mais em https://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/03/15/enquanto-o-brasil-ainda-estava-na-tv-de-tubo-japao-ja-tinha-game-em-hd.htm?cmpid=copiaecola
Em 1993, jogadores brasileiros ainda assopravam fitas e mexiam na chave RF para conectar o videogame à TV de tubo, mas o Japão já tinha um game que rodava em TVs de alta definição. Criado pela Hudson Soft especialmente para eve... - Veja mais em https://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/03/15/enquanto-o-brasil-ainda-estava-na-tv-de-tubo-japao-ja-tinha-game-em-hd.htm?cmpid=copiaecola
Em 1993, jogadores brasileiros ainda assopravam fitas e mexiam na chave RF para conectar o videogame à TV de tubo, mas o Japão já tinha um game que rodava em TVs de alta definição. Criado pela Hudson Soft especialmente para eve... - Veja mais em https://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/03/15/enquanto-o-brasil-ainda-estava-na-tv-de-tubo-japao-ja-tinha-game-em-hd.htm?cmpid=copiaecola
Em 1993, jogadores brasileiros ainda assopravam fitas e mexiam na chave RF para conectar o videogame à TV de tubo, mas o Japão já tinha um game que rodava em TVs de alta definição. Criado pela Hudson Soft especialmente para eve... - Veja mais em https://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/03/15/enquanto-o-brasil-ainda-estava-na-tv-de-tubo-japao-ja-tinha-game-em-hd.htm?cmpid=copiaecola

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Esse site é um paraíso para quem tem saudades das antigas caixas de jogos para PC















Se você teve um computador durante a década de 90 ou se apenas gostava de olhar as prateleiras de jogos em supermercados e lojas de informática, certamente se lembra delas. Muito antes da existência do Steam, antes mesmo de virem dentro de caixinhas padrões de plástico, jogos para PC eram embalados em caixas enormes de papelão, estampadas com artes chamativas, que atraiam nossos olhares mesmo à distância.
Há algumas boas razões para que, diferentemente dos jogos para consoles, produtoras de jogos para PC optassem por esse formato. Durante a década de 80, jogos para computadores eram vendidos em disquetes enormes, de aproximadamente 5,25 polegadas (ou 13 centímetros de largura e altura), o que já obrigava as produtoras a investir em embalagens relativamente grandes. Jogos mais complexos, como simuladores de vôo e RPGs eram acompanhados de manuais de instruções volumosos e sistemas de proteção contra cópias que muitas vezes vinham acompanhados de livretos, que também ocupavam espaço dentro da embalagem.

No entanto, os principais motivos eram outros: o tratamento visual dado a essas caixas fazia com que o jogo se destacasse, atraindo a atenção de possíveis compradores e potencialmente aumentando o número de vendas. Além disso, as companhias surgiam com caixas cada vez maiores e elaboradas, na tentativa de ocupar mais espaço na prateleira que as concorrentes. Assim, durante um bom tempo, jogos de PC vieram dentro dessas caixas enormes e vistosas (algumas, bem bizarras), mesmo que o jogo em si viesse em um disquete ou CD-ROM bem menor que ela.

Embora ocupassem mais espaço nas prateleiras das lojas, jogos para PC passaram a representar às lojas um lucro menor que os jogos para consoles, que ironicamente possuíam caixas menores. Assim, durante a década de 2000, uma associação de comerciantes dos EUA negociou com as grandes publishers uma padronização das embalagens de jogos para computadores, representando o fim das adoradas caixonas de papelão, hoje disputadas por colecionadores ao redor do mundo.

Um desses colecionadores é o austríaco Benjamin Wimmer, que além de dedicar uma enorme estante de sua casa para elas, digitaliza as faces frontais, laterais e traseiras de cada uma de suas caixas e as transforma em modelos 3D em seu site Big Box Collection. A ferramenta, desenvolvida por ele mesmo, permite a visualização de cada uma das mais de 500 embalagens de sua coleção, repleta de jogos de DOS, Windows, Commodore 64, Atari ST e até Wii — em sua maioria, em edições europeias e com textos em alemão. A ferramenta ainda disponibiliza as artes em alta resolução em formato papercraft, para que você crie suas próprias caixas no tamanho original. Há até um editor de GIFs!

O site possui também uma seção de troca e venda e outra, uma wishlist, em que ele lista os jogos que gostaria de adicionar a sua coleção. Novas adições à coleção e melhorias da ferramenta são anunciadas regularmente por Benjamin em seu blog.

Via: Overload